Os veículos elétricos vieram para ficar: Em 2022, no que toca a viaturas novas, representaram 10% das vendas globais. Já em Portugal, este número foi mais do dobro, com cerca de 22% dos novos carros a serem VE.

Os veículos elétricos vieram para ficar: Em 2022, no que toca a viaturas novas, representaram 10% das vendas globais. Já em Portugal, este número foi mais do dobro, com cerca de 22% dos novos carros a serem VE.
2022 foi um ano difícil para os mercados energéticos europeus. O bloqueio ao gás natural russo deixou as economias europeias vulneráveis a preços da energia que há dois ou três anos eram impensáveis. As energias renováveis tem sido fundamentais como parte da segurança energética europeia, mas tudo indica que estamos perante um período de energia mais cara. O que fazer? A regra parece simples: Produzir mais e consumir menos.
A recente COP 27 foi uma das mais frustrantes dos últimos anos. Ofuscada pela incerteza sobre o futuro da segurança energética provocada pelo conflito no Leste da Europa, as preocupações ambientais passaram para segundo plano, e as promessas políticas soaram cada vez mais vazias.
A transição energética não é opcional e na BE Bluenergy ajudamos organizações a migrarem para modelos menos intensivos em carbono, contribuindo para uma sociedade mais sustentável, enquanto se poupam dezenas de milhares de euros. O planeta agradece.
Com a perspetiva de mais um ano pouco chuvoso, limitando consideravelmente a produção de energia renovável, os próximos meses podem se tornar complicados, em virtude de uma dependência do gás natural que continua a subir de preço nos mercados internacionais.
A água é muito barata em Portugal, sobretudo tendo em conta a sua escassez. A água comprada à rede pública custa uma média de 3 euros por cada mil litros, o que equivale a menos de 0,02 € por cada 5 litros de água. Será razoável? Se pensarmos que a água retirada dos reservatórios subterrâneos é retirada sem grandes limitações e a custo “zero” (tirando os custos de energia utilizados em bombas de extração), começa a ficar evidente a complexidade do tema.
A existência dos programas europeus de financiamento tem sido uma peça-chave no desenvolvimento económico do país nas últimas décadas. O grande pacote de fundos europeus disponíveis está a ser finalizado, e a versão final do Acordo de Parceria Portugal 2030 já foi entregue. Portugal está cada vez mais perto dos 23 mil milhões de euros do próximo quadro comunitário de apoio, que vem possibilitar investimentos nos mais variados fundos.
A instabilidade geopolítica no Leste da Europa veio recordar a fragilidade e complexidade dos mercados energéticos. Os preços das matérias-primas já começaram a subir impactando o dia-a-dia de milhares de portugueses. Mas prepare-se, a tempestade nos mercados energéticos ainda nem começou.
Torna-se urgente a procura por soluções que nos permitam superar os períodos de seca e encontrar alternativas para a otimização dos recursos hídricos.
O setor da água tem melhorado muito desde os anos 90, através de boas políticas e fundos comunitários que mitigam a poluição da água e melhoram as condições de abastecimento e saneamento da população. Apesar disso, continuam a subsistir alguns problemas que contribuem para a crescente escassez de água, entre eles a ineficiência na utilização de água enquanto recurso.
Numa altura em que a ação humana ameaça causar danos irreparáveis ao planeta, torna-se urgente a intervenção coletiva da sociedade, particularmente das camadas mais jovens e ativas na luta contra as alterações climáticas.
É neste sentido que surge a proposta de recomendação sobre a educação para a sustentabilidade ambiental: para dotar os Estados-membros da União Europeia de conhecimento face a temas como a sustentabilidade, alterações climáticas e biodiversidade, e transformar a economia e a sociedade.
Desde março de 2020 o mundo teve de aprender a viver com as contrariedades de uma pandemia: teletrabalho, confinamentos, fecho de fronteiras… Mas afinal em que é que a pandemia influenciou o nosso ambiente nos últimos anos? Segundo o mais recente relatório da Associação Portuguesa do Ambiente (APA), em vários pontos.
Vamos falar sobre